quinta-feira, 9 de março de 2017

O rascunho da vida

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Mendrey, com a leveza dos deuses, que somente o amor verdadeiro é capaz de expressar; sorria ao ver tua amada Anastácia, e esta era teu eterno espelho. Apenas neste amor o complemento eterno há de estar para sempre verdadeiro. Os olhos atentos, a visão aguçada, seu coração perdia a paz se não podia vê-la, ela morria sempre que o sonho terminava. E como todos os grandes guerreiros, Mendrey era feroz, e jamais deixaria morrer o amor de Anastácia. Com a força única e exclusiva capaz de domar por inteiro todo e qualquer sentimento de sua amada, e por esta ser plenamente dominado.

Debruçava-se sobre a vida, escolhia cada frase cuidadosamente: _ ei, amor, um dia excelente para gente, acorda preguicinha, nasci para faze-la contente. Trabalhava incessantemente na eterna construção do amor verdadeiro, e na reta de chegada, lá estava a mais que esperada; sua sempre, eterna e amada Anastácia; o amor que Mendrey jamais deixa morrer! Naquela tarde como de costume, fez de seu amor a viagem. Sem nenhuma hospedagem a caminho do coração; se amavam eternamente sem sintomas de solidão. Estalou-se em meio a desilusão; amaram-se eternamente. Felizes frutificaram a semente da vida que morre dia após dia, mas eterniza o amor de uma alma cortada ao meio, dividida em dois corpos.

Não há pouco que seja o bastante, nem o muito que seja importante; nem guerra que lhe tire o ofegante prazer do amor, em êxtase a alma doma o corpo e o amor pleno acontece . Anastácia, era morta naquele instante; poucos minutos apartavam-lhe da mais nova eternidade distante de seu amor. Não havia mais respiração pulsante, os sonhos se perdiam Mendrey jamais deixaria que ela partisse. E morta completava mais um ciclo da distância entre o amor de Mendrey e as sua eternidade. Trouxe Anastácia a vida! Cobriu-lhe o corpo de calor. Identificou-lhe a alma que ambos dividiam.

Quando Mendrey a avistou, triste por sob a vida, em últimos suspiros, sua eterna amada  e querida, alma de sua alma em todas as vidas. Rascunho da vida que lhe faltou; soluções que ambos governou, e nas lutas travou-se a batalha para a conquista do verdadeiro amor. As mentes tão distorcidas e o amor não vislumbrou. Apenas Mendrey nascera para Anastácia; e apenas ela, nasceu para Mendrey! Não há amor a este modo que se desfaça. Tal amor se torna eterno, e assim os anos passam. 

Um amor que não se escolhe, ele é parte. Entre milhares de amores há de haver o encontro da eternidade quando a vida se tornar arte. E o amor se forma parte a parte, da mais bela de todas as artes: o amor entre os deuses! Seres sábios que por milhares de anos caminham lado a lado; e se encontram na eternidade de um amor verdadeiro; que confere aos dois, uma única alma. 

Eis que os mortais invejam esta verdade; raridade do ato de amar, Anastácia e Mendrey a se eternizar, na doçura em que se completam na própria respiração. Mendrey e Anastácia partem para a eternidade, no calor de suas almas, sem paradas ou vaidades: a mais pura e verdadeira cumplicidade do amor eterno, num espelho único a refletir a felicidade!


Um grande abraço!



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