terça-feira, 30 de setembro de 2014

O dever e o silêncio


fonte da imagem; google.


O dever e o silêncio


Quanto mais a maldade é mostrada, menos os homens se sentem a vontade para fazer o bem, pois a ruindade humana faz muito sucesso entre todos. Todo tipo de atrocidade nova, renova as ideias mais profundas de prazer medonho, aquelas que se guarda no vazio existencial da mente primitiva irracional. Olhar o outro e ver coisas boas, chega a ser desgostoso  para as mentes vazias de racionalização humana. 

É preferível o silêncio de homem, a sua contribuição para a ruindade humana, pautada na exaltação, divulgação da maldade alheia. Ao homem inteligente cabe olhar cada atrocidade de modo indiferente quanto a exalta-la; porém em silêncio descrimina-la e fazer com que esta morra junto a gloria de seu feitor. Calar-se diante do injusto é fraqueza, ser fraco diante da maldade é ruindade! 

Não é necessário pactuar de ideias medíocres, nem mesmo precisa o homem, ser mediano com o seu dever diante das maldades alheias; é preciso saber lutar. O cuidado em não dar a estas atrocidades primitivas o papel de destaque, já é por si somente um dos mais sábios caminhos para combater a crueldade desumana e dar ao homem o seu maior motivo de existir; a razão. 


Uma vez que, maldade sem plateia é caçador sem troféu; ruindade sem chorro é fracasso do pseudo-forte, sem nenhum véu. O olhar avante entre o contentamento e o descontentamento da existência, perdura a paciência de quem  sabe bem o seu dever! Tomba a maldade desumana a quem procure ela compreender. O dever e o silêncio são amigos da sapiência, é sabido da cautela que se vive a inocência; ao passo que faz da vida exaltação nas maldades e maledicências no combater as crueldades.



Uma feliz semana para todos!
Obs; agradeço os contatos e recados; 
desculpa-me por não dar para responder todos.
Um grande abraço!