Ao Amor!

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Amor audaz, um dia a mais!
E enquanto distante do mais
precioso diamante que se pode amar, Anastácia e seu olhar! Embala nos sonhos de
um doce ninar, cavalga na calmaria dos olhos que teimam em acordar; e Avalon lá
está. O amor por criação, não contempla só a emoção, se traduz na solidão,
faz-se a eterna devoção; dois seres e um só coração.
Foram noites sombrias de uma
profunda paixão! São séculos de eterno desejo; tatuados no gosto de um beijo. O
amor na verdade de um coração e duas emoções; o amor além dos portões do
inferno. Amor eterno. Assim se passam os anos para Mendrey e Anastácia.
E no corpo que o teu enlaça;
descobre o gosto da mais pura neve que passa; sente a toque gélido da morte,
não há vida sem corte. Sofrimento da própria sorte. E nem tão pouco deixará de
haver amor depois da morte. São tempos profundos de pouca corte.
Palácios e guerreiros a beira
da morte procuram o amor sem norte. Amor não é sorte! Tempos em que se ultrapassou o amor
verdadeiro. De um sonho sempre o primeiro.
O amor eterno solteiro, Morfeu se fez sorrateiro adentrou-se na alma das
damas, dominou o mundo dos homens!
Lá estava Anastácia, deitada
sobre o leito, Avalon em seu peito, eterna magia do amor. A verdade da dor que
sente, amor eterno não mente, e seus olhos traduzem a arte de amar. Ao corpo que se valia, rebeldia dos anjos que
teimam em se calar. Em um sono profundo, eis que Mendrey ali sempre está. Com
um sorriso no rosto, olhar de menino disposto; um toque sereno a lhe chamar!
_ Vida! Minha vida, para
sempre vou lhe amar, minha Anastácia.
Tão doces palavras, a fez
despertar, adormecida a calmaria da brisa do mar, Avalon presente sempre está. Sentiu em teus lábios a paixão
do eterno olhar; Mendrey segurava-lhe as mãos, beijava-lhe a face! No mundo dos deuses não há farça, e a verdade se enlaça eternamente ao amor que nunca passa! Abriu finalmente os
olhos; e a nuvem que branda o tempo, o amor veio lhe tirar. Na ira eterna dos
Deuses que de Anastácia vivem a se enciumar, é tanta a vigília que lhes fazem a
beira mar! Construíram uma masmorra e a aprisionaram lá.
De olhos abertos, no quarto
deserto, o amor tão distante é aquele que sempre está perto. Num tempo tão
profundo, em que o mundo cobre-sede dor; Anastácia e Avalon se cobrem de amor.
E onde quer que eles estejam não há Zeus que seja capaz de destruir o amor de milênios
atrás. Não há força que lhes impeçam jamais; tão grande amor apenas se constrói
de paz; é assim que: se amam sempre mais e mais. Diminuir tão verdadeiro
sentimento jamais.
Ao tocar os pés ao chão, um
vento sorrateiro bateu no portão, Anastácia olhou da janela e seu olhar não foi
em vão; Mendrey deixava a mansão, seus cabelos refletiam o brilho do coração;
era mais que emoção, beijou o seu amor na solidão. Começou mais um dia, começou
um dia a mais na história dos imortais!
Um grande abraço a todos!
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