quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Na distância aos olhos

Fonte da imagem google



Na distância aos olhos

Aponta-te. E distante dos mais íntimos sentimentos desprovidos de amor; descortina-se na dor de tão bela canção. Flutua em teus olhos o mais doce de toda emoção. Mendrey, amor sem comparação. A mais pura devoção de duas almas em combustão. Tuas meigas palavras, sua força na leveza de ser, seu jeito simples de amar e viver, por Anastácia o amor sempre há de ter.

Discorreu o tempo em um eterno bailar, flutuar de almas a se entrelaçar. Eternamente há de se amar. Avalon está a chegar! O oceano a lhe amparar. Dois corpos em um único lugar. É eterno o peculiar amor que em poucos há de consagrar. Aos mortais o calar. As horas, o preço a pagar. Dois corpos em eterno a se encontrar. Passe o tempo que passar, o amor de Mendrey, a outro não caberá; Anastácia eternamente a lhe completar.

Ao longe, teus olhos cravados a beira mar, ao som das ondas a espreitar. Mendrey sabe amar. Os olhos de quem ama,  não pode se enganar. Motivo eterno do mais leve e sofrido esperar, na infinidade do mundo a amar, o que é verdade nunca há de falhar, sempre irão se encontrar. Distante do mal que em falso amor há; é assim, em qualquer tempo, o modo verdadeiro de amar.


Passe anos de lamentos, cá está a se buscar, entre séculos divididos, e o mesmo modo de amar. Jamais se perdem no tempo, pois estão a se encontrar, entre milhares são os únicos que hão de se identificar. Enquanto os olhos buscam o outro lá está, a esperar. Em eterno sentimento, bate o coração por dentro; a quem se pertence é mais que momentos. Guardado ao verdadeiro e único modo de querer. A alma do ser. Num distante e louco mundo, que ninguém pode adentrar. Anastácia e Avalon em eterno a se amar.


Um grande abraço a todos!
Postar um comentário