sábado, 9 de maio de 2015

Quando o amor é para sempre!

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Em meus dias, eternamente você

Na divina mansidão de meus dias, tenho buscado seus olhos na mais vasta imensidão de minha alma. Caminho nas colinas calmas de minha amarga solidão por ti; sento-me nos bancos de nossas lembranças a lhe encontrar. Por tuas doces e verdadeiras palavras,  vivo a procurar! Amou-me, ama-me assim, como te amo e a ti, dedico a mais bela canção; divina es tú,  minha devoção, amor  e solidão. Verdadeiro amor de meu coração! Para ti, as mais belas palavras de minha longinquá nobreza na paixão; compele-me em doces devaneios,  teu poder em meu coração, divina solidão! Amor dos olhos em profusão, es eternamente teu o meu coração; a ti nunca direi não. 

E quando perguntarem se amo; ao amor não engano! O amor, oh, sim, a ele digo que não, pois és teu o meu coração, és tua a minha sublime consagração, por ti  toda a minha devoção. E tua presença desce nos nebulosos dias de minha existência; na mais nobre de todas as cascatas de meus sentimentos; meu amor é meu lamento! Caminhei de mãos dadas ao teu lado na jornada pelas trevas em que tu eras: a luz que me guiava! Amarga jornada que nos apartava; enquanto ao teu lado caminhava, de mim te afastavas. E mais contigo me levavas. Oh! Mais nobre sentimento que cravas, a alma de teu contentamento. És apenas tu; que existe aqui dentro! Para ti, todos os meus reais sentimentos!

Caminhada que já não aguento; ao encontro de ti conto o meu tempo. Doí as lágrimas  que solta-se no tempo. Castelos de solidão ergui em nosso templo. Teus olhos meus ensinamentos, ah divina inspiração de meus mais singulares momentos. Amor eterno amor que jamais se vai com o tempo. Divina magia dos dias de sofrimento, olhos de reais sentimentos. Para ti o amor que carrego no peito, sem restrição de entendimento; amei-te na eternidade e no sofrimento; mais alem, te amarei em qualquer tempo. Deleitei-me nos teus ensinamentos. Teu sorriso simples que de saudade já não aguento. Um olhar eterno que carrego aqui dentro. Te amarei ao encontro do vento. Teus olhos nas frias manhãs, aqueciam o gelo de minha alma. Tuas palavras de mansidão as únicas que me acalmam!

Numa sombria manhã de meus pensamentos, olhei-te ali; dormias, por dentro; chorei tão grande sentimento. As lágrimas que restavam sofriam os últimos momentos. A perfeição de sua face transmitia os meus últimos julgamentos. Absorveu-me de ser quem sou, amou-me e deixou-me ser o que tenho aqui dentro, amor e entendimento. Compreendi que nunca o tempo, apagaria você aqui dentro. Amei-te além da eternidade do momento. Apartou-se de mim num divinal sofrimento. 

A estrada longa, na mente eu vi com meus olhos você desaparecer. Levavam você. Lenta poeira  subia, eu de longe olhava quando tu partia. Olhei-te infinitamente; reter-te ao meu lado queria, oh amor de minhas verdadeiras palavras, como eu queria! Sofri, sofro, sofria! O coração se petrificaria. E sabia; jamais de ti me despediria. Te amei, te amo, e para sempre te amaria, divina majestade de meus gloriosos e tenebrosos dias. Amor sem metáforas de maldades e agonias. Amor puro e translúcido da alma que de tua compete a eterna magia. Você para sempre em meus dias!




Diante dos olhos de um homem poderá passar todas as mentiras; porém em seu coração, somente permanecerá as verdades! 
Luciene Rroques, 2015. 
Um grande abraço a todos!
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