sábado, 11 de outubro de 2014

Dezessete Outubros



Divina poesia
Muita vida  passa ao calor do sol;
vê-se ainda, o dia que: para o tempo.
Descortina o pensamento a doer.
Em ti vive eternamente !
És o amor e o lamento.
O que faria o contentamento.
Dás alegria e sofrimento.
És a força e o entendimento!

Uma imagem que não finda.
Uma dor que é eterna ainda.
És as cores que traz o vento;
dentro dos naturais olhos teus!
É a vida que jaz em ti.
A chorar aos olhos do adeus!
E as palavras se faz no sentir;
somente para ti, tudo aqui!

E descansa, o lamento da voz;
é eterna as palavras entre nós!
Guardadas aos olhos meus;
Lembranças em olhos teus!
Visão que vai e vem.
Sentimentos que falam tão bem;
   Abraça  como ninguém!
O  sentir está sempre além!

Divina história,
tens eternas glórias!
Infinitas memórias;
supremas vitórias, vindas de ti.
Ao som que embala,
é a vida que jamais se cala.
Ternas, por ti, na eterna:
origem deste sentir!




Um grande abraço a todos!

Minha eternidade em teus olhos.
( 22 ).
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