sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Fragmentos dos meus escritos. Do meu Livro: Teoria da evolução da alma.


Para você que, lê os meus contos, poesias, artigos e livros , isto que vou dizer não é novidade; mas para quem nunca leu, e lê apenas o blog, hoje quero apresentar os meus principais personagens. Se você já leu, O Homem ideal, ( que está postado aqui no blog) você já os conhece. Falo de Mendrey III e Anastácia, personagens que convertem-se ao infinito se tornando Shiron Shedase, um uno gd da alma. No meu livro de romance Dormindo com uma aranha, Mendrey III aparece na figura do personagem Marcus; e Irdalena é uma das fases de Anastácia.
Para o próximo livro, Mendrey III e Anastácia aparecerão em sua árvore genealógica evolutiva, a qual se transcreve ambos em 29 personagens históricos épicos; trata-se de um tempo cronológico e da vida dos personagens bem como da origem ,Shiron Shedase, e a evolução (ficção científica) do homem e seu retorno a origem.
Estes personagens eu criei aos 07 anos de idade.
Quando comecei a escrever por volta dos 12 anos, passei a montar histórias contendo os dois personagens. E hoje trago um pequeno trecho do próximo livro para que possam conhecer melhor meu trabalho, haja visto que aqui publico mais ensaios entre outros.
A margem
Naquele dia frio ao ver Mendrey III...
... Fora deste modo que Mendrey ficou conhecido, tratava-se da luz na escuridão do amor, era ressureição era Anastácia. A emoção do vazio em tudo! Desnudo somente os homens de pouca fé. Mendrey era imortal, e o é! Coração é órgão vital só de homem e de mulher. O amor no infinito vence e sente a eternidade latente nos olhos que para si nunca mentem!
Eiffel, foi assim que Mendrey foi chamado certa vez; tinha nome de gato, e era; e é! Mas apenas Anastácia lhe via, era gato de telhado, não andava em terra, nunca foi um gato comum; era um sonho profundo, era a morte do mundo. Sua bela face era desconhecida; Mendrey, não apareceria para mortais. Nele há beleza da vida, da lida, na missão cumprida. E somente Anastácia sabia como era o seu belo sorriso. Apenas ela, na atmosfera de um dia incomum; morrera para vê-lo pela primeira vez.
Tudo que acontecia naquele dia fazia parte de um grande livro que Anastácia lera em sua morte. Eram 22 horas e 10 minutos quando Anastácia fechou os olhos para ler a existência ao lado de Mendrey III! Uma confusão tremenda, uma correria sem fim naqueles segundos de morte. Eram pessoas para todos os lados, ávidos por entender o inexplicável. Anastácia estava e não estava ali.
As folhas secas caiam da grande árvore que se via da vidraça. A vida vem e passa. E faz, e traça o eterno no ser. E morre a graça de quem não viver! E tudo isso era obra do destino. E o felino, badalava o sino, chamando por Anastácia. Em instantes de segundos os aparelhos todos pararam. O corpo frágil jazia estirado sobre a maca. Assim como a folha morta, lá estava a vida de Anastácia. Em um sono profundo ela pertencia àqueles que não voltam ao mundo.
Era o amor, era o sonhar; a morte pedia o doce embalar. Um beijo no sopro da vida. Era poesia, fria a estar; era amor, era amar. Era o eterno a lhe desejar. O corpo já estava frio quando Anastácia avista o grande rio. Sofria a falta dos olhos. Agulhas embutidas no corpo, era um dia morto. Ao seu redor estavam os homens de branco. Todos tentavam traze-la de volta do sono de folha caída. Mas Anastácia já estava bem longe dali, caminha em direção a Avalon.
Em um bailar esplendoroso. Um suave cheiro de brisa sentia Anastácia. Quando abriu os olhos viu o verde das matas, avistou com clareza o grande rio. E do outro lado da margem, encontrou-o! Era ele, mas não em forma de gato, estava como sempre fora, era um homem. Aquele mesmo homem que tinha hábitos de vestir calças brancas e lhe encantar ao faze-la sorrir. Era ele, e lá estava apavorado por chegar perto de Anastácia, queria toca-la na eternidade de um amor que só a morte pode explicar.
E do outro lado da margem, ele em silêncio, ali dizia:
_ Anastácia amor de minha eternidade, amo-te esta é a verdade. Espere-me, mesmo que eu chegue tarde! Chegarei meu amor.
Anastácia ouvia a voz do silêncio de Avalon, era ele a voz que nunca se calava, mesmo em silêncio profundo ela sempre podia lhe ouvir. Anastácia acenou-lhe com a mão. Sorriu em um breve gesto de ternura. Ah, doces sonhos, que faz do amor derradeiro, Anastácia de Avalon; Shiron, Shedase, o terceiro da linhagem, Mendrey de Anastácia, amor por inteiro.
Ao ouvir a voz de Avalon, e no mundo dos deuses, lá estava o amor que não pertence a nenhum mortal, pois o sagrado e o profano são igual apenas comunhão carnal em tudo que não é real.
Anastácia ao ver a face que lhe chamava ao amor, caminhou em direção a eternidade. Era mais que vontade; era Mendrey III a sua metade. A felicidade do homem que dormia no sono profundo de Anastácia.
Com a voz em silêncio, ela lhe respondeu:
-Avalon, amor meu, não esqueça-te que não há desespero; acalma-te por inteiro pois a eternidade pertence somente a nós dois, grande es o que sinto em eterno de ti.
Ao proferir estas palavras, Anastácia voltou a ouvir os homens de branco em sua correria. Gritavam sobre remédios e desfibrilador. Corriam de um lado para o outro dentro do hospital. Foi quando abriu os olhos e teve plena certeza do homem ideal, no amor imortal, Mendrey III era real. Anastácia já respirava com facilidade...
Um grande abraço a todos vocês, sejam sempre muito bem vindos a esta página!
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