segunda-feira, 9 de junho de 2014

Os Contos Secretos

 
 

 Fonte da imagem:Google
 
O OLHAR DE AVALON
 
 
A liberdade de um homem não se dissipa com a força da prisão de seu exterior; forte é o homem que prende o que no homem não se pode deter!
 
Depois de ler a ultima frase de Anastácia;
 
_É de suma valia Anastácia, ouvir-te na graça dos olhos meus; és tu a mais bela entre o ter e o adeus! Com sorriso nos lábios prosseguiu Avalon. Olhando Anastácia; e entendendo o mínimo da graça que ela via nos homens!

E assim o dia prosseguiu, num tintilar de palavras que nem mesmo ele compreenderia. Ela dizia:
 
_Queriam, apenas queriam, equiparar-me a tuas primitivas Anastacias!
 
Oh, vida selvagem de homens sem graça!
Por pura desgraça amam suas anastacias!
Libertas ensejam e nunca as faça.
Eu sou Anastácia!
 
Avalon, de contente sentia-se bem menos gente no mundo imponente de Anastácia! Havia varrido a maior das graças; os homens que passa e descobrem Anastácia. 
 
Em instantes começa a cantarolar a fala dos amantes que nunca tivera, pobres daqueles que desejam a fera. Descumprem o que de melhor lhes impera; fatal erro amar as nove esferas! É supra, é bela, a fera dos olhos de um homem que impera!
 
E assim como chegava ela ia embora! Em momentos simples no agora, entre milhões de sonhos mundo afora; Anastácia, não tem hora e quem lhe ama chora!
 
_Avalon pois-se a ler a fumaça dos pensamentos de sua amada; e neles, delirava no mais profundo sentimento da alma dos homens:
 
Quando ouço a canção que alenta a inquietação das almas, meu querido Avalon; acalma a dor dos aflitos corações, humanas emoções, minhas invenções!
 
Descortinam, e há camadas e mais camadas de cortinas amadas. Ah querido Mendrey, o meu amado Avalon; em minhas eternas lembranças das desconfianças da existência do amor pela dor que o homem só causa ao homem. Já o homem que prove o sublime, qualquer corpo perde a cor; pois a alma tem o melhor sabor da palavra sentida.
 
Se desfaz no ruido ao longe do que no corpo buscam e na mente jaz! Pobres dos homens que perdem-se cada vez mais. Controla os sonhos da busca de paz; veleja na alma audaz, em teus olhos há festa e paz. Ama-se, e de tal modo cada vez mais!
 
Enquanto o pranto rola dos olhos de Morfeu, sorria aos olhos do amor dos teus, o amor dos deuses em reverencia à Zeus! Nas agruras dos sonhos do amor; no temor profundo da lápide fria, agora vazia. Nos olhos de uma mulher que perde: os olhos na ponta da faca,  mata e cega o amor dos homens. Isso é amar? Jaz, a vida fria a que: ti continuas se o maior elemento de ti ignoras.
 
Assim o mundo parte dos sentimentos de homens vazios de seus inteiros vibrantes. Soltos no espaço em sistemas distantes, assim é as esferas do inferno de Dante. Na figura do limbo, o paraíso é bem antes; obsoleto o inferno feito de diamantes! No limiar dos olhos ofegantes, morrem os homens que nunca chegaram a nenhuma estante dentro do instante rasante da alma.
 
E nas mãos o gesto, no afeto que nunca chega em forma de ilusão; a vida cravada, esculpida em brasão; reluz  na luz da plena razão; não mata a emoção! De onde concentra-se no sonho em um belo portão, se abre aos anjos que tomam os homens pelas mãos, despem-lhes de verdades do amor!
 
Ouve-se nos olhos de um homem sutil,
onde há vida,
o amor não apenas serviu!
 
Mendrey III, esfumaçou-se nos pensamentos de sua amada. Teve pena de Morfeu que se apaga nas estradas; pois Anastácia é eterna; é amor, é amada !É vida que já viveu, e se estende a cada florada. Morre todos os dias, para nunca dar adeus aos eternos sonhos Teus! Em lágrimas Avalon mais um dia lhe negou dizer Adeus!
 
_ Anastácia, és tu, ninguém menos do que eu! Nasceria em qualquer ventre, e seria o amor meu; sou seu; seu Zeus!
 
 
Parabéns, você veio a este encontro, descobriu este conto que te conto!
Um grande abraço a todos;
 uma excelente semana!
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