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Poesia: Infância . Publicada no livro bilíngue: Heranças Luso-Espanholas . Obra bilíngue Luciene Rroques

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Poesia escrita no dia 17 de Abril de 2015 Infância E ainda que o tempo; queira curvar o horizonte. Os meus olhos te procuram, na estrada doce de ontem. Como queira ser poesia; bebo de ti, minha melhor fonte. O maior de todos os sonhos, faz-se hoje, o que foi ontem! Nos teus olhos de criança; quantas vezes eu brinquei! Tu perdes-te a esperança; eis que agora eu já sei! Tuas lágrimas secaram; seu amor eu cativei. De solidão meus olhos molharam; pois pra sempre te amei! Um grande abraço a todos

Já está disponível meu novo livro.

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Meu novo livro já disponível na Amazon e plataformas digitais! Um grande abraço a todos!

Direção Humana

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 Texto publicado no dia 05 de Março de 2014.             Gratidão a todos por tudo sempre! Quando um homem guia os seus próprios passos, deve preferir passar por vendavais, ou nunca entenderá o melhor dos caminhos, pois tudo é dois. Aquele  que não souber entender a vida dentro de sua própria simplicidade interior; não poderá ver a complexidade do Ser Humano, torna-se-a cego, e não poderá lutar a seu favor; nem contra aqueles que lutam contra si mesmos, na inocência  e sem notar acham que estão a atacar o outro. Somente possuem uma direção, os homens capazes de vestir-se de suas almas; e nunca temer a sua própria sombra, ou a sua luz. A vida e simples. E nela conduz. Embala os sonhos. O homem que sempre produz.    Não terá jamais nenhum objetivo verdadeiro e eterno ao alcance de sua mira, o homem que se vale de violências, prepotências e mentiras sutis, irônicas simplistas e tão bem vista...

Poesia publicada em 11/03/2014.

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                                         Contrato   E na escuridão faz o clarão dos dias; percebe, é fato! Contrato. E na clareza da escuridão, a noite é dia no ato, Contrato. Em silêncio não há ilusão do fato; Contrato. O abismo é inato; Contrato. O tempo é inerte; se veste no fato; Contrato. O ponto se liga em todo ato, Contrato. O existir é inato; é holocausto, é fato; Assinado,  Contrato.  Luciene Rroques Poesia escrita em: Cidade de Lavras. Minas Gerais, ano de 2005.   Um grande abraço a todos!  

Eu morta? A escritora Luciene Rroques morreu? Kkkk. Não exatamente nestes termos. Mas vamos lá pra quem não pagou para ver. Eis a escritora aqui!

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   Vivíssima para sair de 2025 e entrar em 2026. Sem tempo pra morrer  2024 a 2025. Eu mais que vivo.    Eu só estava "morta"! Vamos de leves versos, Falar o que ocorreu! Passei pro outro lado, E a vida apareceu! Um grande abraço a todos!  Felicidades sempre.  Vejam no modo Ai,  não morri mesmo! É  só  privacidade mesmo! Kkkk.  Estão confundindo.  Esta escritora não sou eu. 

Eu acredito em anjos

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  Eles estavam lá!  Meus amados a me esperar. De alegria de pus a implorar: Eles tristes me diziam: Você ainda precisa voltar. Viemos lhe consertar! Meus amores no mundo dos deuses. Minha casa amada! Que presente estar ali. Eu acredito em anjos desde que parti. Voltei pra terminar e poder meu caminho seguir. Eu estive com os anjos que me trouxeram até aqui. Ao nascer perdi as asas.  Mas é tempo de reconstruir!  Novas asas brotam pra ao meu mundo eu poder ir.  Eu acredito em anjos desde que descobri de onde vim. I Have a Drem. I believe Angels. Um grande abraço a todos!  Um grande abraço a todos. Luciene/LUZ

Eu deixo flores

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 Poesia:  Eu deixo flores!  Deixo flores por onde passo!  Deixo flores porque cresci!  Minha eternidade é um fato que vivi.   Meus bens não são daqui!  Meus amores eternos de outras vidas;  Lá esperam por mim!  Deixo flores por onde passo!  Pois jamais verei novamente muitos que deixo aqui!  Eu cresci. Deixo flores antes de partir. Meu maior bem? Todos os grandes amores que por séculos eu vivi!  Luciene Roque.2024. 04/2024